Jesus na Balada

E ae pessoal! Prontos pro feriadão? E como você vai passar esse carnaval, em um acampamento, em casa, na avenida? Bom, pensando no carnaval, vou postar novamente um texto que postei no começo do ano passado, pois penso ser interessante de se ler nessa época e muito dos nossos leitores ainda não o leram. Então ai esta de novo, Jesus na balada: Read more

Deixados – Série [Parte 7]

E no início era o verbo.

Yaveh o Senhor da criação descansava em sua morada no sétimo céu, mais conhecido como, Monte Tsafon.

Yaveh contemplava toda a criação e virá que o que Ele fizera era bom. Yaveh criara primeiramente os grandes generais dos céus, conhecidos hoje como Arcanjos, sua ordem era divida entre cinco membros, Gabriel, Rafael, Miguel, Uriel e Lúcifer, cada um deles tinha habilidades únicas recebidas do próprio Yaveh, dentre os cinco Arcanjos havia um que era o mais belo e mais habilidoso entre eles, seu nome, A estrela da manhã.

Yaveh também criou outras hordas celestiais para servi-lo, criou cada anjo conforme sua casta, ao todo, Yaveh criou sete casta angelicais. Foram elas os, Querubins, Elohins, Ofanins, Hashmalis, Ishins, Malakins e Serafins.

Foi então que Yaveh deu inicio a sua maior criação, a humanidade. Mas essa nova obra não seria um ser celestial, pois Yaveh reservava o maior de todos os presentes para essa criação, até os grandes Arcanjos os invejaram por isso, o presente que Yaveh deu a humanidade era a alma. Mas como a humanidade não era um ser celestial, eles não poderiam viver no plano espiritual, dessa forma Yaveh lhes deu a terra.

No principio a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Yaveh se movia sobre a face das águas.

E disse Yaveh:

- Haja luz – E houve luz.

E viu Yaveh que era boa a luz, e fez Yaveh separação entre a luz e as trevas. E Yaveh chamou à luz Dia, e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

E disse Yaveh:

- Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.

E fez Yaveh a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão, e assim foi. E chamou Yaveh à expansão Céus, e foi à tarde e a manhã, o dia segundo.

E disse Yaveh:

- Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca, e assim foi.

E chamou Yaveh à porção seca Terra, e ao ajuntamento das águas chamou Mares, e viu Deus que era bom.

E disse Yaveh:

- Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra, e assim foi.

E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie, e viu Yaveh que era bom.

E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.

E disse Yaveh:

- Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite, e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra.

E assim foi.

E fez Yaveh os dois grandes luminares, o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite, e fez as estrelas. E Yaveh os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Yaveh que era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.

E disse Yaveh:

- Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus.

Yaveh criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies, e toda a ave de asas conforme a sua espécie, e viu Yaveh que era bom.

E Yaveh os abençoou, dizendo:

- Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra.

E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.

E disse Yaveh:

- Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie, gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie.

E assim foi.

E fez Yaveh as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie, e viu Yaveh que era bom.

E disse Yaveh:

- Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.

E criou Yaveh o homem à sua imagem: à imagem de Yaveh o criou; homem e mulher os criou.

E Yaveh os abençoou, e Yaveh lhes disse:

- Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

E disse Yaveh: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento. E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento.

E assim foi.

E viu Yaveh tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto. Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Yaveh acabado no sétimo dia a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.

E abençoou Yaveh o sétimo dia, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Yaveh criara e fizera.

Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados, no dia em que o SENHOR Yaveh fez a terra e os céus,

Continua…

Liga da Vida – Especial Juazeiro do Norte [Chá das Cinco]

Mais um vídeo feito em Juazeiro, esse agora com o grupo Liga da Vida, confira!

Faça parte do Chá das Cinco

Estamos recrutando pessoas ou blogs que queiram fazer parte do Chá das Cinco! Veja o vídeo e saiba como fazer parte!

Deixados – Série [Parte 6]

Mata fechada, o sol brilhava fortemente.

- Vamos – Disse Haziel

Gabriel sem pensar duas vezes se levanta e segue Haziel, não sabia se podia confiar nele, mas nessa altura ele era a coisa mais amigável que já havia lhe acontecido. Eles caminham mata adentro, na direção norte, a mata era fechada e cada vez mais parecia mais fechada. O sol brilhava intensamente, era meio dia, Gabriel já estava exausto não agüentava andar mais.

- Espere – Disse Gabriel

- Não agüento mais andar, preciso descansar um pouco.

- Não há tempo para descanso, eles logo estarão aqui. – Disse Haziel

- Eles quem? De quem você esta falando?

- A guerra garoto, ela já começou, e creio que agora que você tem um lado.

Haziel da um sorriso.

- Você não sabe mais é uma peça muito importante para essa guerra, e no fim você irá terminá-la, ou não, a escolha será sua. Por hora eu devo manter você a salvo.

- Guerra, mas.. Contra quem? Por quê? – Gabriel pensa.

Gabriel esquecerá que os celestes podem ler pensamentos, e logo Haziel lhe responde.

- Demônios, espíritos malignos que vivem nas profundezas.

Gabriel fica meio espantado, por ver que Haziel lerá seu pensamento. Haziel sempre de pé, pois nunca se cansava decide sentar-se ao lado do garoto e lhe contar o motivo disso tudo.

- Gabriel, ouça. Eu não sei ao certo quando isso tudo começou, mais vou lhe contar o que sei. Essa historia é um pouco longa por isso preste atenção não irei repetir – Haziel era meio grosso, uma personalidade muito incomum entre os celestes.

- Tudo começou com a rebelião de Lúcifer. Lúcifer era um grande general no plano celestial, comandava varias legiões celestes e sua beleza não havia igual entre os grandes Arcanjos. Um dia Lúcifer deixou a vaidade subir-lhe a cabeça e assim ele quis ser mais que o seu Criador, usando de seu poder mental e de sua forte influencia entre os menores, Lúcifer conseguiu juntar uma grande parte dos celestes. Lembro-me dessa guerra, pois eu estava lá.

Quinto céu, Celestia, tempos imemoriais.

Lúcifer reuniu seus exércitos no quinto céu, ele se prepara para desafiar o Criador no sétimo céu, também conhecido como monte Tsafon. Celestia, uma cidade magnífica muito linda realmente, conhecida por seus palácios flutuantes era a cidade celestial aonde os grandes generais se encontravam, todos os palácios que havia em Celestia eram banhados e suas ruas feitas com pedras preciosas, uma cidade digna de seus moradores e agora ela seria o grande vale da decisão dessa disputa.

- Quem ousa adentrar a cidade sagrada de Celestia – Disse o Arcanjo Gabriel

- Saia do meu caminho irmão, ou você também sucumbirá. – Diz Lúcifer

- Meu irmão, eu não tenho nada contra você e muito menos aos seus seguidores, mas eu lhe digo que se todos não se ajoelharem e pedirem clemência e misericórdia ao Criador, todos iram morrer aqui e agora! – A expressão de Gabriel mudará subitamente, ele não aceitava tal atitude vinda de seu irmão.

- A estrela da manhã, não se curvará a ninguém! E nem o seu exercito, nos desafiamos o Criador. Venha, e veremos quem irá ganhar esta peleja. – A vaidade enlouqueceu Lúcifer, de tal maneira que se achava invencível.

- Blasfêmia! – Diz Gabriel

- Não haverá misericórdia para nenhum de vocês, hoje Celestia será banhada com o sangue dos traidores, todos vocês sucumbiram em nome do Criador.

Quando Gabriel termina de dizer estas palavras suas legiões vibram e bradam gritos de guerra tão terríveis que até mesmo Lúcifer temeu em seu coração. Gabriel havia convocado todos os grandes generais e todos os exércitos celestiais, em tese havia dois soldados de Gabriel para cada um dos de Lúcifer, mesmo em vantagem numérica Gabriel sabia que não poderia abaixar a guarda, pois senão poderia perder, já que seu adversário era o maior entre os Arcanjos.

- Sem misericórdia, sem medo, sem dor! Hoje seremos maiores que o Criador! – Diz Lúcifer para suas legiões.

- Avançar! Gabriel da à ordem

Trombetas, tambores, gritos, passos, asas batendo, podia-se ouvir o barulho de todas essas coisas. Assim a grande guerra começou, esta guerra duraria mil anos até que enfim se descobriria o desfecho final. Ambas as legiões tiveram grandes perdas, até que chegou o dia em que a estrela da manhã desafia Gabriel.

- Eu, Lúcifer desafio Gabriel, e ponha todos você por prova de que o vencedor governará os céus, e o perdedor será exilado e nunca mais poderá regressar a este plano, o que me diz Gabriel?

Gabriel aceita prontamente o desafio mais enquanto os dois se preparavam para grande batalha, eis que se houve um grande barulho como se fosse um mistura entre trovôes e rugidos de leão e então uma voz ecoa em Celestia.

- Basta! Tolerei você até agora Lúcifer, eis que não a mais misericórdia para nenhum de vocês.

Uma grande luz aparece no meio de Gabriel e Lúcifer, Gabriel e todas as legiões tanto de Lúcifer como as deles sentem um grande temor e se ajoelham diante daquela presença. Lúcifer vendo aquilo se indigna.

- Levantem-se seus covardes, levantem-se! – Lúcifer da à ordem.

O grande Criador estava ali, na frente de lúcifer, e perante todos os outros que também podiam o avistar. Não se podia ver sua aparência, nem mesmo os arcanjos sabiam como era sua real forma, entre o Criador diz.

- Eu irei aceitar o seu desafio, vamos, venha e peleje contra mim e veremos quem irá vencer.

Lúcifer em uma sensação de fúria misturada com audácia levanta sua espada contra o Criador, Lúcifer desfere um golpe mortal, mas a espada se desmaterializa antes de tocar o Criador.

- Vamos, isso é tudo? – Disse o Criador

Lúcifer temeu, sabia que não poderia vencer.

- Eu sou o Alfa e o Omega, o principio e o fim, não houve e nem há, e tão pouco haverá alguém maior do que eu! – Brada o Criador

- E enquanto a você Lúcifer, você está expulso do plano celestial, você e todas as suas legiões, vocês estão condenados ao Sheol, e permaneceram lá até a determinada hora.

Um vento forte começou a soprar, todos os condenados começaram a clamar clemência, pediam perdão, e alguns blasfemavam contra o Criador. Uma espécie de portal fora aberto e todos os que foram condenados, foram sugados por ele, e assim até os tempos de hoje Lúcifer esta no Sheol, hoje em dia é conhecido como Inferno, aguardando a hora determinada.

Haziel se levanta.

- E foi assim que essa guerra começou, e a hora determinada, já chegou. Lúcifer quer a sua vingança contra o Criador e fará de tudo para exterminar a criação.

- Mas porque eu sou tão importante assim para essa guerra? – Diz Gabriel

Haziel olha nos olhos de Gabriel e diz.

- Tudo o que eu posso lhe dizer é, tenha fé, no final tudo acabará bem. Agora vamos perdemos tempo de mais aqui.

Gabriel se levanta, e assim começam a andar, após andar alguns minutos eles são parados por um grupos de homens, Gabriel fica feliz, pois pensa que poderia ser moradores de algum conjunto habitacional das redondezas, mas Haziel diz.

- Para trás Gabriel, eles não são quem você pensa que são.

Um rapaz toma a frente do grupo.

- Hum, então o Criador encarregou você de tomar conta da criança? Patético.

- Patético? Não acho, patético são vocês que ainda pensam que podem ganhar essa guerra. – Zombou Haziel

- Haziel, Haziel. – Diz o líder – Não vê que estamos em vantagem numérica?

- Dommius, maior é aquele que esta comigo do que aqueles que esta com vocês.

O grupo se enfurece, e parte para cima de Haziel, Gabriel se abaixa e tenta se proteger de alguma forma, enquanto isso Haziel nem retira sua espada da bainha o que insulta ainda mais os demônios.

- Já esqueceu como se usa a espada? – Zomba Dommius

- Contra espíritos fracos como vocês, não preciso utilizá-la.

Os demônios ficam mais raivosos ainda, e pulam em cima de Haziel. Uma espécie de campo de força forma em volta de Haziel, e ele diz.

- Só isso? Agora é minha vez.

- Fúria divina! – Haziel brada em alta voz

Derrepente seu corpo começa a ficar iluminado, era uma luz branca com uns toques de azul, era possível sentir a energia se acumulando em seu corpo, a energia se acumulou tanto que chegou a um certo ponto que não podia mais conte-la, sendo assim Haziel grita.

- Agora vocês terão o que merecem, voltem para o inferno que é aonde vocês não deveriam de ter saído!

E então se viu uma explosão de luz, Gabriel só conseguiu virar o rosto e tentar se proteger de alguma forma, mas a luz não atingirá Gabriel. Após alguns estantes a luz apagou, Haziel diz.

- Vamos, não podemos perder mais tempo, outros viram.

Gabriel levanta a cabeça e vê os corpos dos demônios totalmente carbonizados, e percebera que seu protetor não era um anjo qualquer. Gabriel se levanta e continua a caminhada com Haziel, mas ainda não sabe ao certo para onde eles estão indo.

Continua… [leia aqui a parte 7]

Vinicius Mendes de Azevedo

Dança para Deus [Especial Juazeiro do Norte] – Chá das Cinco

E ae pessoal!! Semana passada estive em Juazeiro do Norte, em uma concentração jovem e aproveitei para fazer alguns vídeos pra vocês! Ai vai o primeiro, com um ministério de dança

Dekole Music

E ae pessoal! Hoje venho apresentar pra vocês o canal de música no youtube de um amigo meu, Deko Medeiros. Confira abaixo a descrição do canal.

“O canal DekoleMusic surgiu com um propósito de pegar as musicas que nós gostamos em Inglês e não encontramos versão em português, tem o intuito de ajudar ministros de louvor e também adoradores que gostariam de cantar suas musicas prediletas em português.

O Canal é uma idéia do Deko Medeiros que buscou parceria com o Diego Almeida e conta com participação de alguns amigos em algumas musicas. O canal possui versões originais de musicas de ministérios como Jesus Culture, Bethel Church, Brooke Fraser, RelientK, BarlowGirl, musicas de ministérios brasileiros também entraram na lista como Storge2 e Megafone, o DekoleMusic ainda tem uma versão em portugues de uma musica gospel da banda JonasBrothers (de quando eles tocavam na igreja) a musica se chama querido Deus. Para conferir as versões acesse o canal ( http://www.youtube.com/user/dekoleMusic)

Como o ministério preferido do Deko é o Jesus Culture, a maioria das musicas no canal são deste ministério e do cd da igreja deles que é a Bethel Church, no estado da california. DeKo recebeu de seu amigo HugoQueEstaNoCanadá (é sério rsrsrs) a indicação de fazer uma versão da musica Furious, uma musica desta igreja e que o Deko gostou muito de cara, confira o resultado no video:

Para sugerir versões para o Deko use o e-mail Dekolemusic@gmail.com”

Deixados – Série [Parte 5]

Noite escura, mata fechada, uma lua cheia no céu.

“As estrelas estão cada dia mais intensas um sinal estranho que o fim dos tempos chega, a cada dia mais sinto que algo esta errado nesse mundo, mas não sei o que é. Peço que tudo isso um dia acabe, não sei por que escrevo isso aqui ouvindo um piano de calda ao fundo, talvez eu seja responsável, talvez não, de que importa só espero que isso acabe, que isso acabe, bem.”

Correr é tudo que se podia pensar naquele momento, a cada passo que Gabriel dava ele ia em direção ao um novo destino, não sabia ao certo onde estaria indo, sua mente estava cansada, eram tantos acontecimentos, correr era tudo o que ele podia fazer, correr por sua vida. Quando já havia corrido por cerca de trinta minutos, suas pernas não respondiam mais aos seus estímulos, o cérebro dizia para fugir, mas o corpo pedia descanso, Gabriel para, senta em abaixo de uma arvore e chora.

Não estava mais agüentando aquilo, o medo entrará em seu coração novamente. Gabriel chora.

- Por quê? Por que tudo isso agora?

Gabriel esta inconformado com tudo.

- Porque Deus? – Gabriel se pega pensando em Deus.

Como um estalo ele imagina o porquê dissera aquilo, já que ele não acreditava em nada. No estado em que Gabriel estava ele tentaria qualquer coisa. Gabriel enxuga as lagrimas, o cenário é de mata fechada, arvores de aproximadamente dez metros de altura robustas, cercam Gabriel.

- Se existe alguém, algum. – Gabriel não queria admitir

- Deus se você existe fale comigo, me ajude, por favor.

Era como se Gabriel estive suplicando, em seu coração corriam lagrimas, lagrimas de sangue, mas ao mesmo tempo era como se algo ia confortando Gabriel, algo preenchia o espaço dentro de seu coração, lentamente Gabriel foi adormecendo, a sensação de conforto, segurança, era cada vez maior, e com o tempo Gabriel adormeceu.

Em seu sonho Gabriel viu um homem, sua aparência, era de um homem de aproximadamente trinta e cinco anos, seus cabelos castanhos vinham até os ombros, sua barba era grande, e seus olhos eram como olhos que cortavam a alma, olhos que transmitiam paz. Era possível ver as vestes desse homem, eram vestes brancas como a neve, esse homem estava sentado em uma colina, era como se estivesse em um lugar mais alto da onde Gabriel estava. Gabriel estava em um lugar rochoso, um lugar deserto sem vida, até aonde os olhos podiam ver era sem vida. O lugar que este homem estava sentado era uma colina linda, formosa aos olhos, era como se a vida estive como ele, e a cada minuto flores, plantas, arvores surgiam da essência que este homem emanava. Este homem levantou, olhou para Gabriel. Gabriel temeu, não este homem, mas sim a sua essência, este homem era como se fosse à pureza. O homem seguiu em direção de Gabriel, era maravilhoso, pois a cada passo dado até Gabriel era como se a vida chega-se, podiam se ver a grama nascendo, as flores brotando a cada passo. O cenário onde Gabriel estava se mudará a cada passo que aquele homem dava.

Passo, e mais passos, o homem estava cada vez mais perto, Gabriel se ajoelha, não sabe ao certo porque fizera aquilo, em sua mente ele pensava.

- Que sonho maluco era esse.

E o homem prontamente responde.

- Não é um sonho.

Gabriel não entende, como ele ouvira o que ele pensou.

- Ah, Gabriel – Disse o homem.

- Lembro-me quando eu formei você, sua aura era tão linda, eu tinha um destino especial para você.

A voz daquele homem era mansa, e linda, era como se uma orquestra tocava a cada palavra dita por ele, podia se sentir uma presença maravilhosa vinda daquele homem.

- Você foi uma das mais belas obras que eu criei Gabriel.

Gabriel se assusta com toda aquela historia, a sua cabeça estava ao ponto de explodir, como aquele homem podia falar aquelas coisas, ele as dizia com tanta convicção que até parecia verdade, alias era verdade.

- Gabriel, eu lembro quando você desceu a terra, sua mãe Amanda sonhou tanto com você. Ela o amava, amava muito. E eu também.

O homem para em frente a Gabriel, seu olhar era manso e ao mesmo tempo era poderoso. Este homem se abaixa, olha Gabriel nos olhos.

- Porque você se afastou de mim Gabriel? Se você tivesse seguido meus caminhos hoje estaria ao meu lado, celebrando as bodas comigo.

Gabriel toma coragem em seu coração e diz.

- Quem é você? – Era visível nos olhos de Gabriel o temor.

O homem sorri, toca o rosto de Gabriel.

- Eu sou o que sou! O inicio e fim, o alfa e o ômega.

Os olhos de Gabriel quase saltam de seu rosto, ele chora. Era como se todos os seus pecados pulsassem diante daquela presença maravilhosa, seu coração estava quebrado.

- Porque choras? – Perguntou o homem.

Gabriel não tinha nem mais forças para falar, a única coisa que saiu dos seus lábios foi.

- Perdão!

- Me perdoe, eu sei que errei Senhor, e sei que não mereço que o Senhor me perdoe, mas por misericórdia perdoe-me. – Estas foram às palavras de Gabriel.

O homem olhou Gabriel nos olhos, e o abraçou.

- Hoje houve salvação! Se andares nos meus caminhos e seguires as minhas palavras eu serei contigo, jovem Gabriel.

Era como se a paz entra-se no coração de Gabriel, ele deu um salto e agarrou aquele homem. A cada momento mais a paz tomava conta do coração de Gabriel. O homem se levantou.

- Tenho que ir.

Gabriel teve uma sensação de que não queria que ele fosse, sentiu a paz em seu coração e não queria perdê-la nunca mais.

- Por favor, fique comigo! Não me deixes sozinho, não agora, eu preciso do Senhor.

O homem olhou para ele, deu um sorriso, e disse.

- Eu sempre estarei contigo, e a partir de hoje não andaras mais sozinho, pois o meu Espírito estará em seu coração.

Naquele momento o homem foi andando, e andando, até que chegou uma hora que não se podia vê-lo mais, Gabriel estava feliz, em seu coração tivera um encontro, um encontro com Deus.

Amanhece, os pássaros cantam.

Gabriel desperta, nunca estivera daquela forma, os seus ferimentos sumiram não sentia dor e nem medo. Estava pronto para ir, quer seja lá aonde fosse. Gabriel da uma olhada a sua volta, olha para direita, o cenário é de mata fechada, olha a sua esquerda o mesmo cenário. Não sabia para onde ir.

Eis que de trás da arvore surge um homem de aparência alta, seus cabelos são loiros, cabelos grandes e lisos que vão até os seus ombros, seu rosto é quadrado o que acentua ainda mais seu queixo, sua pele é branca como a neve e no seu rosto não há barba. Seus olhos são de um tom de verde, quase como jade. Suas vestes são vestes brancas, como as do homem do seu sonho. Na cintura havia um cinto que levava consigo uma bainha acoplada. Dentro da bainha, havia uma espada, seu formato era longo e fino e sua cor dourada chamava a atenção. Das costas brotará duas asas, asas com penas brancas e brilhantes, se alguém olha-se ao longe poderia dizer que suas asas davam em torno de seis metros quando estavam abertas. E em seu peito havia uma armadura, era uma armadura dourada, com símbolos celestes que humano algum poderia decifrar.

Gabriel temeu, nunca havia visto aquilo, a sensação de medo entrou em seu coração novamente, mas agora pelo fato de ver um ser que nunca havia visto antes.

- Gabriel, não temas. – Disse o celeste

- Me chamo Haziel, eu sou um querubim, e o Eu Sou me enviou para lhe ajudar.

Continua… [leia aqui a parte 6]

Vinicius Mendes de Azevedo

Deixados – Série [Parte 4]

Veja aqui a parte 1, parte 2, parte 3.

“Tarde, um barulho de sirene ecoa no ar bem distante, o barulho parece ficar mais distante a cada momento.

Olhos abertos! Read more

Deixados – Série [Parte 3]

janeiro 9, 2012 por Gustavo Venturelli  
Categoria > Entretenimento, Mostra Inicial

Noite, começará a garoar uma pouco, o tempo mudou drasticamente o que era natural em São Paulo.

Gabriel estava em pé no centro de seu quarto, lendo a mensagem novamente, ele estava com uma toalha em volta de sua cintura, pois estava nu, e era visível um pouco de espuma de sabonete em seu peito. Tentou buscar em sua mente algo que pude-se trazer o significado daquela mensagem, mas foi em vão, não conseguia entender. Quando iria ler novamente a mensagem começou a ouvir gritos no andar de baixo, era Fernanda.

- Me solta! Me solta! Socorro, Gabriel!

Gabriel não pensou duas vezes, desceu o lance de escadas em poucos segundos, as escadas eram de um marrom profundo, um estilo clássico americano. Seu pai vira aquele modelo de escada em um filme, um filme antigo, Gabriel não entendia muito bem, mas seu pai gostava de coisas velhas.

Quando Gabriel chega ao andar de baixo ele se depara com a sala vazia, inicia então a procura de sua irmã, Gabriel grita.

- Fer, cadê você? – Era um grito de desespero, os maus pensamentos lhe vinham à cabeça.

Gabriel havia perdido sua mãe e sua namorada não poderia perder sua irmã também.

- Pai, aonde você esta? – Quando termina de falar, Gabriel vê seu pai caído ao lado do sofá com um machucado na cabeça.

Ele não entende quem ou porque fizeram aquilo. Gabriel ampara seu pai, colocando uma almofada que estava por perto em baixo de sua cabeça, se o agressor estivera por perto precisava pega-lo agora. Primeiramente Gabriel liga para o SAMU, milagrosamente eles atendem, Gabriel explica a situação para eles e passa o endereço para que o resgate venha, agora é tudo ou nada, ou iria atrás do agressor ou ficava com seu pai. Gabriel não podia esperar começou a procura pela cozinha, mas nada encontra, revista todos os cômodos do andar de baixo antes de sumir, chega até a pensar que seria uma atitude idiota procurar la em cima, já que ele estava la em cima. Gabriel resolve sair de casa para procurar Fernanda, quando abre a porta uma rajada de vento lhe atingi no peito e ele se lembra que estava só de toalha, o vento lhe força a subir e colocar alguma roupa.

10 minutos se passam, agora vestido Gabriel não sabe o que fazer, aonde procurar ou porque fizeram isso com a irmã dele. Gabriel resolve dar uma volta pelo quarteirão à procura de sua irmã, agora já de noite estava frio, aproximadamente 16° C, Gabriel estava vestindo uma calça jeans, camiseta preta com uma jaqueta de couro por cima dela, e as botas escuras como de costume.

A noite chega, e com ela chega o medo.

- O que será que aconteceu? Quem levou Fernanda? – Gabriel não parava de pensar sobre isso, eram traumas de mais por um dia. Algumas horas se passam, Gabriel já estava exausto, andará quilômetros e nem sinal de sua Irmã, mas o que mais chamou a atenção de Gabriel foi que as ruas estavam vazias. São Paulo cidade conhecida por sua rotina agitada, agora estava deserta, relembrando cenas de filmes de catástrofes mundiais ou até as bizarrices de um ataque de vírus, Gabriel contempla a cidade da garoa deserta.

2:00 – Gabriel vê no relógio da Paulista.

A garoa que antes era fina agora se transformava em uma manta densa de água, Gabriel resolve voltar, mas para onde? Estava quilômetros de sua casa, os ônibus, trens e metros na estavam em funcionamento, Gabriel encosta em um ponto de ônibus, se senta, o ponto era coberto com uma forma de gruta, como se forma-se uma letra C, era o suficiente para que Gabriel fugi-se da garoa, ele se lembra de seu pai e esperava que o resgate tive-se chego a tempo, agora nada podia fazer, após alguns momentos Gabriel adormece.

Sol, barulhos, movimentação. Gabriel desperta, quando realmente acorda percebe que esta no meio de uma multidão, sem entender e um pouco assustado Gabriel se levanta.

- O que esta acontecendo? – Gabriel sem entender pergunta a um rapaz próximo a ele.

- Em que mundo você vive cara? A população esta cansada de esperar e o governo não diz nada a respeito do sumiço. – Era possível ver a frustração nos olhos daquele rapaz.

Gabriel não sabia o que dizer, sentiu um pouco de medo quando a policia militar foi acionada. Os policiais partiram para cima dos manifestantes, com bombas de efeito moral e cassetetes, então ele correu. Correu por duas quadras até que a multidão não estava mais visível, varias pessoas corriam junto a ele, as pessoas fugiam da policia e muitos diziam.

- Nossos parentes sumiram, e a agora a policia vem nos bater? Só estamos protestando.

Gabriel passa na frente de uma equipe de reportagem, a equipe para ele.

- Ei senhor poderia dar a sua opinião sobre isso? – Diz uma repórter da Rede TV
Gabriel para e retira o microfone das mãos da repórter. O câmera um pouco assustado começa a filmar Gabriel. Ele olha para câmera com um certo olhar de raiva.

- Fernanda, se você estiver ouvindo isso eu quero dizer que eu vou ti encontrar. Eu juro!

A repórter começa a ficar com medo, pois varias pessoas vem na direção da equipe de reportagem. O câmera começa a correr, Gabriel vai atrás dele, era possível ver o chão em movimento, pois o câmera corria, e também era possível ouvir a voz de Gabriel no microfone pois o sinal era transmitido para câmera sem fios. A multidão cercou ambos, não tinham mais para onde ir, Gabriel desesperado tenta passar pela multidão, acontece uma grande confusão, todos queriam de alguma forma transmitir uma mensagem em busca de seus parentes ou de qualquer informação. Cada vez mais a multidão se aglomerava e agora era impossível sair de dentro da massa, isso era mal, pois agora os policiais cercaram a multidão.

- Vocês todos estão cercados, parem ou teremos que abrir fogo.

Os policiais estavam falando serio, era visível em suas faces, a multidão se acalmou.

- Muito bem, agora todos de joelhos e mãos na cabeça. Vocês estão todos presos!

Gabriel não podia acreditar no que ele acabava de ouvir, ser preso era a ultima coisa que ele desejava. Tentou escapar, mas um policial deteve sua saída.

- Aonde pensa que vai amigo?

- Por favor, eu só estava atrás da minha irmã, ela foi seqüestrada.

O policia riu da cara dele.

- Ah, só sua irmã desapareceu né?

Havia mais alguns policiais que estavam por perto, quando ouviram a conversa começaram a dar risadas também. Gabriel não podia ser preso, e faria qualquer coisa para que isso não acontece-se. Gabriel espera um momento de deslize dos policiais e parte em retirada, mas não foi bem sucedido. Um policial percebera sua reação e frustrou a tática de Gabriel.

- Bonito hein, temos um ligeirinho aqui – Disse o policial

Gabriel não acreditava, aquela semana realmente não era sua melhor semana, primeiro sua mãe e sua namorada somem, logo sua irmã também some, e agora ser preso, sua vida estava indo de mal a pior. Gabriel tenta resistir à prisão, enquanto ele se debatia Gabriel vê um cassetete vindo em direção ao seu rosto, como reação instintiva Gabriel protege a face, mas foi muito lento, a pancada atingi seu maxilar e Gabriel apaga na hora.

- Pronto eu dei um jeito nesse rato – Disse um tenente que ali estava

- Capitão, o sujeito ta apagado aqui, o que fazemos com esse cara.

O capitão era um cara alto, negro, com cabeça raspada, tinha um corpo musculoso e tinha fama de Bad Boy, com um sorriso irônico no rosto ele vira para o tenente, da alguns passos até o corpo, o capitão se agacha para ver melhor o individuo. Com certa brutalidade o capitão puxa a cabeça de Gabriel pelos cabelos para ver o rosto dele, o capitão lhe da dois tapas para tentar reanimá-lo, mas foi em vão, Gabriel esta completamente apagado. O capitão olha para o tenente e diz.

- Bota na conta do papa.

O tenente com um sorriso no rosto pega Gabriel pelos cabelos e o lança dentro da viatura, inconsciente Gabriel bate a cabeça na porta antes de entrar. A viatura é ligada, e o carro sai sem rumo pela cidade de São Paulo.

Continua… (Leia aqui a parte 4)

Vinicius Mendes de Azevedo

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