O bem que eu quero, esse eu não faço…
Essa música do Oficina G3 diz toda a verdade sobre o que nós ainda somos. Read more
O melhor do mau humor, na Bíblia. [O livro de Eclesiastes]
dezembro 11, 2009 por Pedro Napoleão Jr.
Categoria >
Destaques
Marcos Bontempo
Você precisa ler Eclesiastes. Esqueça a lista dos livros mais vendidos. Livro não tem data de validade, como querem nos fazer crer os gigolôs do mercado editorial. A Bíblia tem 66 livros, uma tonelada de nomes estranhos, algumas histórias plausíveis e outras nem tanto. Ainda assim, em 2010 leia um deles — Eclesiastes — e, se você ficar confuso, dê graças a Deus. Read more
Você já foi impedido?
dezembro 9, 2009 por Sam
Categoria >
Diversos, Mostra Inicial, principal
Bom Dia Galera! (isso tbm inclui tarde e noite) Que o Senhor Deus cuide de você nesse dia. Bom, eu acho que não existe nada mais frustante do que você ser impedido de uma coisa que poderia fazer. Alguma coisa que você já sabe Read more
Adoradores – Videos
dezembro 8, 2009 por Sam
Categoria >
Mostra Inicial, principal, videos
O Que que há velhinhos!! Hoje trago pra vocês curtirem uns videos de algumas pessoas que amam Jesus e que querem mudar o mundo em que vivem. Antes dos videos tem uma resenha sobre cada adorador! Espero que vocês gostem.
Espere em Deus
dezembro 7, 2009 por Sam
Categoria >
Diversos, Mostra Inicial, principal
Bom dia a todos! Que essa semana seja uma semana de conquistas e alegrias para todos! O fim do ano está chegando e o normal disso é ficar fazendo projetos e planos para 2010, você literalmente sonhando com algo que possa conquistar para o próximo ano, é normal aquele frio na barriga, aquela insegurança quando vc pensa… Read more
Eu me faço falta! [egocêntrismo?]
dezembro 4, 2009 por Pedro Napoleão Jr.
Categoria >
Mostra Inicial, principal
Eu me faço falta. Eu tenho saudades de mim mesmo. Egocêntrico? Não é bem por aí.
Quando digo que eu faço falta a mim mesmo eu quero dizer que em algum ponto da estrada eu me perdi. “No meio da minha vida eu me encontrei numa floresta densa e escura, pois tomei o caminho errado” (não me lembro quem disse isso). Se eu fosse fazer uma lista dos meus filmes favoritos, Patch Adams – O Amor é Contagioso estaria pelo menos no top 5. Sempre que me falta inspiração ou quando o desânimo me abate eu gosto de assisti-lo. Apesar de já ter assistido dezenas de vezes parece sempre ser a primeira vez.
É incrível acompanhar todo o desenvolvimento de Patch, no início vemos um sujeito de meia idade em profunda depressão, reincidente em tentativas de suicídio que se interna por conta própria em um hospital psiquiátrico. Dentro desse hospital, Patch parece ser o único cara normal, apesar de tudo ele é apenas alguém triste, sem amigos, aparentemente sem família. E nesse local super improvável ele percebe que existem pessoas em situação pior que a dele, e começa a entender que o foco de sua vida não é ele. Patch passa a enxergar o próximo com paixão. Percebe que ajudando os outros ele esquece os próprios problemas, a partir desse momento nós podemos partilhar com ele a diferença de viver apaixonado. Patch não faz tanta coisa difícil assim, mas ele aprende a ouvir os outros, aprende a prestar atenção nos pequenos detalhes que podem nos fazer simplesmente sorrir.
Afirmo novamente que me perdi em algum ponto na estrada, e devo ter caído feio porque minha visão nunca mais foi a mesma. Quando reflito sobre isso não consigo pensar em ninguém se não em mim mesmo, por isso faço questão de escrever em primeira pessoa. Como eu queria encontrar, nem que fosse bem pouquinho, um pouco da paixão de Patch Adams. Ele não se importou com a idade quando resolveu entrar pra faculdade de medicina. Seu desejo de ajudar os outros era 100% proporcional ao seu entendimento de que deveria ter conhecimento para tal, por isso era sempre o melhor aluno da turma. Fazia amigos no hospital porque não os via como pacientes, mas sim como pessoas que necessitavam de carinho e compreensão. Defendia que melhor que adiar a morte era fazer com que os últimos dias ou meses ou anos fossem vividos de maneira a priorizar a qualidade de vida. Nem tudo deu certo, Patch até pensou em desistir de tudo quando um de seus pacientes assassinou sua namorada, mas ele entendia que apesar de tudo ainda valia a pena trabalhar pelo ser humano.
Eu não sou assim, na maioria das vezes que me decepciono fico com vontade de jogar tudo pro alto. Talvez eu seja sim um egocêntrico. Hoje quando me olhar no espelho discutirei comigo mesmo. Vou me encarar nos olhos e perguntar quem sou eu afinal. Vou questionar se terei firmeza e coragem pra seguir aquilo que acredito. Depois vou me desafiar a tirar meu foco do espelho. Vou lutar diariamente pra que eu aprenda a me ver no olhar de cada pessoa. Vou tentar esquecer como é minha fisionomia para que sempre que eu olhar para alguém eu possa me ver, e me lembrar de fazer ao outro aquilo que eu gostaria que fosse feito a mim mesmo.
André P. Moraes / colaborador
Post retirado de: lovesa.com.br
Porque a pressão sobre os jovens de hoje é maior?
dezembro 1, 2009 por Pedro Napoleão Jr.
Categoria >
Estudos, principal
A ADOLESCÊNCIA pode ser um período muito agitado da vida, mesmo sob as circunstâncias mais favoráveis. Na puberdade, os jovens são tomados por novos sentimentos e sensações. Sofrem pressões diárias dos professores e colegas. A televisão, os filmes, a indústria fonográfica e a internet exercem uma influência implacável sobre eles. Um relatório da ONU descreve a adolescência como “um período de transição normalmente caracterizado pelo estresse e ansiedade”. Read more
Feed